Mãe e filho de mãos dadas trilhando os caminhos do autismo/asperger.
Numa partilha intimista e de coração aberto em sonhos e desalentos, numa vida vivida...
Ter um filho asperger não é o fim do mundo, mas o princípio de uma nova vida...
Valorizando os afectos...

domingo, 23 de outubro de 2011

Métodos!? E? Métodos!?

Discutem-se métodos, programas metodologias, trocam-se experiências que cada um utiliza e adequa a cada caso.
Não poderá haver uma rigidez no cumprimento desses programas ( digo eu que nem estou dentro do assunto).
Já ultrapassei essa fase embora o conhecimento e a vontade de saber mais não se esgotem na idade adulta.
No entanto julgo que o meu papel agora é outro o de alguém que já esteve nessas paragens.
Método Son Rise!?.. Ou Método Aba!?...
Não conheço ao pormenor nem estudei nenhum deles.
Até porque o meu lema sempre foi a cartilha maternal, e não a de João de Deus, e confio que cada ser humano tem intuição e capacidade de usar o seu próprio método, e até porque cada filho é um ser único.
E na brincadeira o pai do meu diz que o nosso tem "Sindrome de Bruno V.", porque cada caso é especifico neste espectro, havendo logicamente um fio condutor que se deve referir sempre em maior o menor grau a parte emocional social , interacção e comunicação são limitadas, vagas e desapropriadas..
Não sou a favor de método " cachorrinho"portaste bem toma lá um chupa...
Têm de haver regras, e possívelmente a mistura de ambos com bom senso, fará um bom trabalho...

9 comentários:

Grilinha disse...

Contente por te saber de volta.
Amiga, não sei comentar grande coisa.

Sei que nunca fui fundamentalista em questão nenhuma. Uma combinação com bom senso de vários métodos sempre me pareceu bem...em quase tudo. Desde que façam sentido, claro está.

O tal método do cachorrinho, parece um tanto ou quanto "estranho"...mas tudo isso desvanece com certeza, se os pais virem resultados na aprendizagem. Por isso, bem ou mal ? Os pais saberão com certeza. O nosso instinto está cá há milhares e milhares de anos para isso mesmo.

acácia rubra disse...

Até que enfim consigo vir e não ver o sinal de perigo que me aparecia.

Quanto ao lidar com metodologias, julgo devermos avançar com a intuição, o coração e as regras, adaptando estas., avançando dois passos mesmo que se saiba que, na realidade, só um damos.

Beijo

Mina disse...

Grilinha

Eu também não sou fundamentalista, e no tempo em que não havia por cá técnicos nem técnicas , só pela intuição que acho que todos os seres humanos têm me guiei.
Mas hoje em ia e para o bem de todos discutem se muitos métodos e terapias e para bem de todas as crianças secalhar a conjução e adaptação ao individuo seria o mais favorável...
Estas crianças precisam de regras e de rotinas de um ambiente mais estruturado que qualquer outra criança. E um abraço ou um beijo pode não ser muito bem aceite por els , mas ainda assim acho que se deve insistir contrariando essa tendência, e persistir nos afectos como "compensação"...
bjinhos

Mina disse...

Acácia
Finalmente o desparasitante actuou eheheheh

Quando existe uma patologia tentam se encontrar maneiras de a contornar nalguns casos até solucionar...

Estou de acordo consigo, o que mais comanda é o coração e as emoções...

bjinhos e boa semana

Fê-blue bird disse...

Prima não posso estar mais de acordo.
Uma educação tem que ser doseada de acordo com as características e necessidades de cada filho, e também com a intuição dos pais.

beijinhos

Mina disse...

Prima Fê
Pena os blogues não terem os likes:-)
Não à "cartas" especificas, para educar os filhos mesmo, na mesma familia o que se aplica a um, pode não aplicar ao outro...
Bjocas

ana duarte disse...

Like, like.like!!!

ana duarte disse...

like, like,like, ando há tanto tempo a dizer isso!!!

Mina disse...

Ana Duarte
Obrigada...
bjokas