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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
"Curioso"
Mal, eu imaginava, quando começei a coleccionar este guia médico.
Andava grávida, do rapaz...
Que, este viesse, a servir lhe de guia, para tirar dúvidas, que depois leva , para os profissionais da área, que ficam estupefactos, por ele já levar termos técnicos, e insistir , naquilo que leu, como rebentar o fleimão :)
Esta semana, tem estado com uma infecção, num dos dentes que restaurou.
Queixava-se de dor de dentes, mas como às vezes é piegas.
Podia ser transitório, e a minha insistência , era para higiene oral , reforçada.
Até , que na segunda-feira, acorda, com cara inchada.
Começa o segundo drama, o medo de não ver, que lhe estava a afectar a visão.
Lá , fomos nesse dia a uma urgência ao dentista, onde ele levava a lição estudada.
Queria ver-se logo livre da infecção, purgando o fleimão...
Está a antibiótico desde esse dia, em franca recuperação.
Na próxima segunda-feira, lá voltaremos para ver qual a solução.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
"Insuportável"
Fica, chato, chatinho até à milonésia casa...
Quantas e quantas vezes em 24 horas, já ouvi, ombro e pau repetido continuamente, quase sem pausas, não hà outro assunto, são movimentos atrás de movimentos, para ver se ainda dói, são "zangas com Deus", que pôs o pau no caminho .
Foram tentativas de tratamento: hà primeira vista, não vi qualquer tipo de alteração na zona de que se queixava, mesmo assim ao chegar mos a casa, coloquei uma banda de gel fria, não fosse inchar, passado um bocado uma massagem com gel analgésico e anti-inflamatório repetida à noite e um comprido de melatonina a ver se o cerebro descansava do ombro ( só tomou porque lhe disse. que ajudava a aliviar as dores), mesmo assim e apesar do cansaço, de se ter levantado cedo ter caminhado mais de 20km, não dormiu bem .
Isto para não ter que chamar um "arsenal" médico e exames aos montes, para ver o ombro, que com a um tropecção num pau, terá dado um mau jeito na queda amortecida nas folhas dos eucaliptos, não se queixa de mais nenhuma parte do corpo, é só o ombro, e não adiantam as minhas teorias do pensamento positivo, que ele encontra sempre as negativas.
E se o ombro não lhe dói, ele mexe para ver se ainda dói ;)
Durante o dia de hoje, já foi pôr o ombro a apanhar sol.
Ao lanche ao beber o ioguorte liquido: isto faz bem aos ossos (refere ele).
Lool até da morfina, o rapaz já se lembrou, esta não sei de onde ele tirou.
Morfina!? (pergunto eu)
-Já ouvi falar (diz ele)
Esta coisa se ser "esponja absorvente" é no que dá, ou leu, ou viu nalgum programa de tv, que a morfina alivia as dores :)
Estas "mariquices", claro que lhe dói, disso não tenho dúvidas, mas não sei até que ponto valorizar estas dores, e quem irá ter paciência para aturar, quando vierem aquelas dores , que vêm para ficar !?
Quantas e quantas vezes em 24 horas, já ouvi, ombro e pau repetido continuamente, quase sem pausas, não hà outro assunto, são movimentos atrás de movimentos, para ver se ainda dói, são "zangas com Deus", que pôs o pau no caminho .
Foram tentativas de tratamento: hà primeira vista, não vi qualquer tipo de alteração na zona de que se queixava, mesmo assim ao chegar mos a casa, coloquei uma banda de gel fria, não fosse inchar, passado um bocado uma massagem com gel analgésico e anti-inflamatório repetida à noite e um comprido de melatonina a ver se o cerebro descansava do ombro ( só tomou porque lhe disse. que ajudava a aliviar as dores), mesmo assim e apesar do cansaço, de se ter levantado cedo ter caminhado mais de 20km, não dormiu bem .
Isto para não ter que chamar um "arsenal" médico e exames aos montes, para ver o ombro, que com a um tropecção num pau, terá dado um mau jeito na queda amortecida nas folhas dos eucaliptos, não se queixa de mais nenhuma parte do corpo, é só o ombro, e não adiantam as minhas teorias do pensamento positivo, que ele encontra sempre as negativas.
E se o ombro não lhe dói, ele mexe para ver se ainda dói ;)
Durante o dia de hoje, já foi pôr o ombro a apanhar sol.
Ao lanche ao beber o ioguorte liquido: isto faz bem aos ossos (refere ele).
Lool até da morfina, o rapaz já se lembrou, esta não sei de onde ele tirou.
Morfina!? (pergunto eu)
-Já ouvi falar (diz ele)
Esta coisa se ser "esponja absorvente" é no que dá, ou leu, ou viu nalgum programa de tv, que a morfina alivia as dores :)
Estas "mariquices", claro que lhe dói, disso não tenho dúvidas, mas não sei até que ponto valorizar estas dores, e quem irá ter paciência para aturar, quando vierem aquelas dores , que vêm para ficar !?
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domingo, 16 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Posso não estar ao pé dele, mas precisa da garantia de que estou por perto, uma questão de estabilização e segurança.
Há mais de um mês que ele sente que estou menos presente.
O cão adoeceu, e tem sido semanas intensas a zelar pelo cão, o que tem sido muito difícil.
Ainda por cima tivemos azar com a primeira veterinária que nos empatou 3 semanas, para além de não trazer-mos o animal tratado, ainda ficou pior, com a medicação desadequada, que nem sei o porque daquela medicação toda a não ser cobrar os valores. E se levei lá o animal por perda de peso em duas semanas nesta clínica ainda perdeu mais 2 kgs, a ponto de estar pele e osso. E com a conivência do pai proprietário da clínica na qual deixei o cão em internamento um dia para administrar soro, que não foi administrado, porque o cão ainda se mexia e destrui o vasecon que tive de pagar...Depois de todo este mau profissionalismo despacharam o cão que ali não podiam fazer mais nada...
Agora desde 31 de Dezembro que está a ser acompanhado numa outra clínica veterinária nos primeiros dias diariamente, onde já levou soro por duas vezes fez analises específicas e rx e contrariamente à anterior o animal está a ser bem acompanhado por alguém que ama a profissão.
E está bastante medicado, mas ainda não está a surtir o efeito, o fígado já estava em muito mau estado, além das defesas os globos vermelhos à beira da anemia.
Mas perante todo este quadro a minha disponibilidade quer física quer mental tem se esgotado, e esta alteração sim, tem causado grande ansiedade e e perturbado o Bruno.
Até já me disse: "porque que não devolvo o cão à rua de onde ele veio", porque era um vadio abandonado anteriormente por duas famílias.
Pragmático!!!Já tinha a mãe disponível, e o animal só voltava para onde estava.
Há mais de um mês que ele sente que estou menos presente.
O cão adoeceu, e tem sido semanas intensas a zelar pelo cão, o que tem sido muito difícil.
Ainda por cima tivemos azar com a primeira veterinária que nos empatou 3 semanas, para além de não trazer-mos o animal tratado, ainda ficou pior, com a medicação desadequada, que nem sei o porque daquela medicação toda a não ser cobrar os valores. E se levei lá o animal por perda de peso em duas semanas nesta clínica ainda perdeu mais 2 kgs, a ponto de estar pele e osso. E com a conivência do pai proprietário da clínica na qual deixei o cão em internamento um dia para administrar soro, que não foi administrado, porque o cão ainda se mexia e destrui o vasecon que tive de pagar...Depois de todo este mau profissionalismo despacharam o cão que ali não podiam fazer mais nada...
Agora desde 31 de Dezembro que está a ser acompanhado numa outra clínica veterinária nos primeiros dias diariamente, onde já levou soro por duas vezes fez analises específicas e rx e contrariamente à anterior o animal está a ser bem acompanhado por alguém que ama a profissão.
E está bastante medicado, mas ainda não está a surtir o efeito, o fígado já estava em muito mau estado, além das defesas os globos vermelhos à beira da anemia.
Mas perante todo este quadro a minha disponibilidade quer física quer mental tem se esgotado, e esta alteração sim, tem causado grande ansiedade e e perturbado o Bruno.
Até já me disse: "porque que não devolvo o cão à rua de onde ele veio", porque era um vadio abandonado anteriormente por duas famílias.
Pragmático!!!Já tinha a mãe disponível, e o animal só voltava para onde estava.
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