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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
"Mortinho, por chegar a casa"
-Só me atrasas, não tens mais nada para fazer, (diz-me ele) (como se o cerebro dele estivesse em ebulição).
Aflito para não se esquecer de uma frase que um amigo das caminhadas lhe tinha dito :
" È o dia mais fraco, com menos movimento", a frase chave, relativa às 2ª. feiras.
Vamos lá rapidinho para casa, que frase não pode fugir , a ver se é remédio , para as "malfadadas" 2º. feiras.
Lá escrever, escreveu...
Mas não aconteceu o milagre,e assim continuamos com a lenga lenga das 2º feiras de segunda a segunda, semana sim, semana sim...
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Limpezas
Não é, a primeira, vez que refiro, que este rapaz, é um autêntico acumulador de papel.
São montes e montes dele, naquele quarto, não à um sitio sem papel.
Quase impossível circular, apesar de ter um roupeiro, prateleiras, e ainda alguns caixas com gavetas, o papel amontoa-se fora desses espaços ( nas mesas de cabeceira, em cima do desumificador, do aquecedor, da secretária, da cama), assim em "pilhas".
Hoje em dia limpeza ao quarto, são horas à volta do papel, que acumula, pó , impossível de limpar cada um. lá engavetei algum, que sempre fica mais protegido do cotão.
Vá lá, até agora, não houve a crise, do papel não estar na mesma ordem , nem nos mesmos sítios :)
Nem do óleo, no chão, que escorrega ;)
Mas, à sempre um mas ;) houve uma mosca a incomodar. e lá vieram os gritos, para espantar a mosca, espero, que não apareça, mais nenhum insecto, se for melga então, passam a ser duas, a própria e ele ;).
O rapaz, respira mal.
Que tal uma chantagenzinha.
Quer ser operado, ao nariz, para conseguir respirar, melhor, principalmente da narina direita.
-Pois filho, qualquer dia com esta papelada toda, nem da esquerda , respiras, é tanto pó ,que o teu nariz absorve, que não vai adiantar nenhuma cirurgia.
-Preferes, o papel, ou a cirurgia e ficar a respirar melhor.
Resposta dele- O papel (valha nos Deus )
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sexta-feira, 30 de maio de 2014
"Mudanças"
A propósito!
Enquanto , fazíamos o nosso pic nic noturno...
Antes da caminhada...
A pizza das quartas-feiras :)
Passava, na rádio esta música...
Muito, atento, o senhor Bruno
Diz: Esta música é para mim :)
Faz-me impressão o trabalho...
Lá está a tal , honestidade, sempre presente ;)
Nota- isto a propósito da minha insistência, que tem de ter um trabalho , uma actividade remunerada, que não pode ficar eternamente "preso" ao projecto de voluntariado, para poder estar ocupado, além de que não ganha nada, e dinheiro também faz falta, e pode sempre fazer as duas coisas :)
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
"Puxão de Orelhas"
Mãe, leva puxão de orelhas… (justo)
-Psicóloga- O quê que Bruno faz?
-Mãe- Tudo na mesma.
-Psicóloga- O Bruno, precisava de ocupação…
-Mãe-Sem dúvida, há muito tempo, onde, como!?
Conversa de circunstância, referindo se às contingências actuais, que refiro, não são de agora, ele já deve ter nascido com esta matriz de (inocupado).
-Psicóloga- O quê!? Que ele faz em casa ?
-Mãe-Vê televisão, lê, escreve, faz pesquisas no computador, vai à piscina, faz caminhadas, faz o projecto de voluntariado…
-Psicóloga- Tarefas domesticas?
-Mãe-Nada- refiro os medos, quer de objectos cortantes (facas), o medo do lume (fogão), impede as tarefas na cozinha. Podia fazer o resto, mas nada, faz-se de surdo ( acabando, por a mãe fazer tudo). Nem o quarto dele, que está caoticamente atafulhado de papel, e que quando, tento organizar-lhe, fica em “transe”, que não sabe das coisas.
-Bruno-A minha irmã, também não faz nada…
-Psicóloga- Olha, para mãe (está tudo dito). Refere: só existe a mãe, o resto apagou-se a mulher, à muito tempo desapareceu (se calhar demasiado tempo).
-Deixou-me a pensar nesta realidade. Algo, vai ter de mudar, outras estratégias, e ensinamentos, que à muito tenho, pensado, mas ainda não fui capaz de aplicar...
-Psicóloga- O quê que Bruno faz?
-Mãe- Tudo na mesma.
-Psicóloga- O Bruno, precisava de ocupação…
-Mãe-Sem dúvida, há muito tempo, onde, como!?
Conversa de circunstância, referindo se às contingências actuais, que refiro, não são de agora, ele já deve ter nascido com esta matriz de (inocupado).
-Psicóloga- O quê!? Que ele faz em casa ?
-Mãe-Vê televisão, lê, escreve, faz pesquisas no computador, vai à piscina, faz caminhadas, faz o projecto de voluntariado…
-Psicóloga- Tarefas domesticas?
-Mãe-Nada- refiro os medos, quer de objectos cortantes (facas), o medo do lume (fogão), impede as tarefas na cozinha. Podia fazer o resto, mas nada, faz-se de surdo ( acabando, por a mãe fazer tudo). Nem o quarto dele, que está caoticamente atafulhado de papel, e que quando, tento organizar-lhe, fica em “transe”, que não sabe das coisas.
-Bruno-A minha irmã, também não faz nada…
-Psicóloga- Olha, para mãe (está tudo dito). Refere: só existe a mãe, o resto apagou-se a mulher, à muito tempo desapareceu (se calhar demasiado tempo).
-Deixou-me a pensar nesta realidade. Algo, vai ter de mudar, outras estratégias, e ensinamentos, que à muito tenho, pensado, mas ainda não fui capaz de aplicar...
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
"Recorrente"
Estavamos eu, e ele a comer-mos no enclave.
Eu esta a comer devagar, então ele mete-se comigo e diz:
-Come lá mais depressa.
Eu não posso comer mais depressa, porque posso ficar gordo, assim como tu estás.
Depois a seguir ele podia virar-se contra mim e agredir-me como da outra vez.
São estas situações que me deixam relamente preocupado, e só a pensar nele.
Bruno.V. 10/11/2013
Esmiuçando, um pouquinho.
-Oh! filho, não podias dizer que ficavas ,como ele, não podemos fazer comparações, não temos , nada a ver com a vida dos outros.
O mais que podias dizer, é que tu não querias ficar gordo. ( entendido)
Acho, que nem por isso, esta tendência em dizer o que se sente, e o que os olhos veêm, não à muita volta a dar.
E voltou a sair-se como uma curiosa , um pouco mais ligeira.
Que agora não me lembro textualmente, mas comparava na mesma , o facto do outro individuo ter excesso de peso.
Vá-se lá dizer a este rapaz, que não pode dizer tudo, mesmo que seja verdade.
Dificíl....
Mãe Mina
Eu esta a comer devagar, então ele mete-se comigo e diz:
-Come lá mais depressa.
Eu não posso comer mais depressa, porque posso ficar gordo, assim como tu estás.
Depois a seguir ele podia virar-se contra mim e agredir-me como da outra vez.
São estas situações que me deixam relamente preocupado, e só a pensar nele.
Bruno.V. 10/11/2013
Esmiuçando, um pouquinho.
-Oh! filho, não podias dizer que ficavas ,como ele, não podemos fazer comparações, não temos , nada a ver com a vida dos outros.
O mais que podias dizer, é que tu não querias ficar gordo. ( entendido)
Acho, que nem por isso, esta tendência em dizer o que se sente, e o que os olhos veêm, não à muita volta a dar.
E voltou a sair-se como uma curiosa , um pouco mais ligeira.
Que agora não me lembro textualmente, mas comparava na mesma , o facto do outro individuo ter excesso de peso.
Vá-se lá dizer a este rapaz, que não pode dizer tudo, mesmo que seja verdade.
Dificíl....
Mãe Mina
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domingo, 31 de março de 2013
" Tradições!Usos!Costumes"
Há tradições! Que se mantêm!
E cá em casa, são para cumprir, ainda que seja só para cumprir a tradição, não vá o diabo tecê-las ;)
Em memória dos meus progenitores, que me educaram que sexta-feira Santa não se comia carne.
Assim seja, não custa nada cumprir , havia de ser todos dias ;)
Ao almoço, diz o pai, já sei vai ser peixe! (claro)
Ao jantar, diz o filho insistentemente vai ser peixe! (claro), com medo que assim não fosse :)
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Há notícias nesta época, que não gosto de ver!
E viro a cara para o lado...
Para se ter fé, ou ser crente num Deus ou numa religião, não é preciso se auto-flagelar ou recriar o que aconteceu a Cristo.
Com respeito por quem o faz ( mas a mim incomoda-me), acho que Deus o sofrimento não deve ser auto-imposto. (mas pronto)
Isto a propósito das imagens das pessoas que se espancam até escorrer sangue, ou se crucificam.
São coisas a que prefiro não assistir.
Não gostas!?
Diz-me o meu rapaz, quando percebe que eu não estou a olhar!
Não filho, não gosto , dessas notícias
Em uníssono ele e o pai, mas a notícias é só tragédias ;)
;) Não é que eles tem razão ;)
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
"Emprego"
Para eu estar mais à vontade quando eu for trabalhar para uma empresa, eu queria ganhar dinheiro para comprar comida e para pagar a electricidade, água, etc
Para eu conseguir entrar numa empresa, também preciso saber fazer tudo o que me mandarem e isso para mim é complicado, porque hà coisas que eu não consigo fazer, e por causa dessas coisas que não consigo fazer posso ser despedido do
emprego e não ganhar dinheiro.
Para eu estar mais à vontade numa empresa eu não quero que ninguém me provoque nem me chateie.
Para eu estar mais à vontade eu gostaria de profissões onde eu tenha melhores capacidades e obtenha melhores resultados.
Para eu estar mais à vontade gostaria que servissem bem a comida com ambiente limpo e confortável.
Para eu estar melhor numa empresa preciso de alguém que me ajude.
Bruno V.
Mais uma pérola fantastica do meu rico filho, não sei a data em que foi escrito , (ele não data nada) mas não é recente.
Terá a ver com questões que lhe terão colocado quando esteve num curso de formação profissional, ou com as nossas conversas de o querer mais autonomo e capaz de produzir, recuso-me a que ele fique na inutilidade, não é culpa dele, posso ser louca mas acredito que poderia ser produtivo num emprego protegido.
Mãe Mina
Para eu conseguir entrar numa empresa, também preciso saber fazer tudo o que me mandarem e isso para mim é complicado, porque hà coisas que eu não consigo fazer, e por causa dessas coisas que não consigo fazer posso ser despedido do
emprego e não ganhar dinheiro.
Para eu estar mais à vontade numa empresa eu não quero que ninguém me provoque nem me chateie.
Para eu estar mais à vontade eu gostaria de profissões onde eu tenha melhores capacidades e obtenha melhores resultados.
Para eu estar mais à vontade gostaria que servissem bem a comida com ambiente limpo e confortável.
Para eu estar melhor numa empresa preciso de alguém que me ajude.
Bruno V.
Mais uma pérola fantastica do meu rico filho, não sei a data em que foi escrito , (ele não data nada) mas não é recente.
Terá a ver com questões que lhe terão colocado quando esteve num curso de formação profissional, ou com as nossas conversas de o querer mais autonomo e capaz de produzir, recuso-me a que ele fique na inutilidade, não é culpa dele, posso ser louca mas acredito que poderia ser produtivo num emprego protegido.
Mãe Mina
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sábado, 24 de setembro de 2011
Balança
A Balança virou sua fiel amiga...
Todos os dias pela manhã se vai pesar.
Ninguém lhe disse que ele estava gordo.
Mas tinha gordura acumulada na zona abdominal.
O que pode provocar os trigilicidios elevados.
Não fez nenhum regime alimentar, para perder.
Temos de ir verificar, porque estou preocupada.
P'ro que lhe havia de dar...
Até já sabe traduzir ditos populares :
-"Estou em pé de igualdade"
-Sabes o que isso quer dizer!?(pergunto eu)
-Igual aos outros (responde-me ele)
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
"Previsões" "Futurologia"!...

Estou muito preocupado com o Inverno.
Este último Inverno foi bastante rigoroso/severo em Dezembro o mau tempo destruiu estufas na região Oeste.
No final de Fevereiro houve cá em Portugal ventos de quase 150 kms por hora em alguns locais.
E também em Fevereiro houve uma chuva torrencial na Madeira que matou mais de 50 pessoas.
Eu estou a pensar que o próximo Inverno, pode ser muito pior que o anterior.
Eu tenho medo que o vento possa soprar a mais de de 200 kms por hora e arranque o telhado da minha casa e depois comece a chover dentro de casa.
Bruno V.
Isto é enquanto estamos em pleno Verão, as preocupações já são com o mau tempo e com o Inverno, sempre um passo à frente este rapaz, esperemos que estas "previsões", não se concretizem.
Aqui está mais uma forma de demonstrar os seus medos e preocupações com as alterações climatéricas, que se tem vindo a verificar...
Mãe Mina
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terça-feira, 23 de março de 2010
Foi-se !...o dente do siso...
É desta que o rapaz vai ter juízo kkk, já extraiu o dente do siso.
Que há muito, o apoquentada e incomodava principalmente ultimamente que infectou, estava envolvido na gengiva não só pela infecção, mas por não conseguir romper na totalidade, acabou por ter de fazer uma pequena cirurgia.
Não valia a pena a mãe ter sofrido por antecipação.
Nem ele estar tão ansioso, com a novidade, a Drª. Teresa explicou e conversou bastante com o Bruno sobre o efeito da anestesia e calmamente foram vendo, a reacção o Drº.Gonçalo extraiu e fez a limpeza do "buraco", deu uns pontos para fechar.
E o Bruno surpreendeu não só a eles mas principalmente à mãe.
Ele praticamente não usou o "código de dor" que lhe tinham indicado kkk, há saída até perguntou quando ia arrancar o outro loool
Fiquei preocupada também com efeito da anestesia o não sentir a boca durante umas 3 horas, que ele registou logo, embora tenha ferido um pouco o lábio, não foi nada demais...
Comeu um gelado e sopa fria nesse dia, essa primeira noite esteve incomodado ainda com dores embora medicado.
Hoje, foi tirar os pontos, o Drº. sem explicações pediu para abrir a boca, para ver se estava cicatrizado, pegou na tesoura cortou, na pinça arrancou.
-Pronto, já está!..
-O Bruno espantando, só isto!... Já está. kkkk
Deram os parabéns um ao outro, que fizeram ambos anos na semana passada kkk
-O Bruno continuava a perguntar?!.. Vais arrancar me o outro?!...
É um herói,este meu rapaz!... loool, Quando não é "piegas"!...loool
Ficamos com o trofeú, numa caixinha...
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Pequenos "Nadas"...

A mais pequena alteração quotidiana pode alterar a postura e o comportamento do meu filho...
Ontem foi fazer uma visita ao Castelo de São Jorge e à Sé Catedral de Lisboa.
Sempre que ele se desloca para fora da nossa área de residência incumbo-lhe o dever de levar o telemóvel, para segurança de ambos. E ontem não foi excepção...
Já de regresso a casa, nas proximidades, ele resolve ligar-me para me informar do local onde se encontrava que já era perto de nossa casa...Estava a relativamente 6 kms. Só que a mãe atarefada com o jantar e com aquele maldito "secador", ou seja exaustor, não ouviu o telemóvel.
Já à porta de casa a carrinha buzina.
Vou abrir a porta, começa o interrogatório...
Onde é que estavas?
Porquê não atendeste o telemóvel?
Já estava a ficar stressado - disse ele.
E faz um respirar de alívio.
Uff!... estava tão preocupado!...(descompressão)
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