Mãe e filho de mãos dadas trilhando os caminhos do autismo/asperger.
Numa partilha intimista e de coração aberto em sonhos e desalentos, numa vida vivida...
Ter um filho asperger não é o fim do mundo, mas o princípio de uma nova vida...
Valorizando os afectos...
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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Respondendo a Questões!?

A presente entrevista faz parte de um estudo realizado para a elaboração de um artigo científico intitulado
A visão da família perante o Espectro de Autismo de Alto Funcionamento.
Deste modo, solicita-se a sua colaboração na resposta, o mais descritiva possível, às questões que se seguem.
Obrigada pela sua colaboração.
Porto, Outubro de 2009
4. Com que idade engravidou? 24 anos_______
5. Como foi a gravidez? (normal/ de risco/desejada – descreva tudo o que achar pertinente)
R: Normal e desejada de termo certo 40 semanas exactas
6. Como foi o parto? (vaginal/cesariana - descreva tudo o que achar pertinente).
R: eutócico sem complicações
7. Em que idade se apercebeu que havia algo de errado? Como detectou este problema?
R: Primeiras suspeitas aos 3 anos, mais fundamentadas com entrada no infantário aos 4 anos
8. Após quanto tempo recebeu o diagnóstico?
R: Primeiras avaliações psicológicas apontavam um quadro de subdotado feitas nos períodos compreendidos entre os 4 anos e os 7 anos de idade, durante vários anos andou com uma avaliação de perturbação emocional, (má gestão das emoções), seguiu se um diagnóstico de border line (este quanto a mim completamente desajustado)
9. Como e por quem lhe foi dado esse diagnóstico?
R: O actual diagnóstico de síndrome de asperger podendo também ser considerado autismo de alto funcionamento, foi dado directamente sem nenhum tipo de subterfúgios aos 18 anos, pelo Dr: Nuno Lobo Antunes
10. Qual a sua primeira reacção?
R: Apenas foi a confirmação daquilo que eu sempre suspeitei desde os primeiros sinais que estivesse relacionado com o autismo, embora fora do âmbito do autismo clássico.
11. O que mudou na sua vida depois desse dia? Que adaptações teve de fazer?
R: Nesse dia nada alterou.
Mas ao longo da vida tem alterado a nossa forma de convívio mais isolada, todas as alterações por mínimas que sejam tem de ser ponderadas e atempadas, é preciso fundamentalmente dar-lhe muita segurança. Necessita também de orientação diária...Tudo muito optimizado e estruturado.
12. Como encara actualmente este problema?
R: Em relação à síndrome, sei que nada posso alterar.
O hoje já não me preocupa, mas o amanhã aterroriza-me , por falta de estruturas de apoio, depois do pós escolar, o acompanhamento na vida adulta...
13. Qual a reacção dos restantes elementos da família?
R: Sempre foi aceite por toda a família e muito amado, tanto que a pediatra atribuía os sintomas a mimos...
Mina Viana
Nota- os 3 primeiros itens referiam-se aos nossos dados pessoais, que para aqui não são relevantes, e este estudo já tem alguns anos.