Ainda sobre as viagens de "bike", quando vamos os 3, pai e mãe na "tandem" e o Bruno na de carga(3rodas), nunca aprendeu a andar nas de duas rodas ( por falta de paciência de um pai).
Dada a dificuldade dele circular na berma, entrar nas rotundas e nos cruzamentos, a mãe vai sempre com o coração nas mãos, porque ele acaba por ir por sua conta e risco...
Vou sempre atrás a manda-lo encostar, e acabo por irritar o pai...
Há dias foi com o pai ao centro da cidade, quando o pai chegou e me disse:
Que hoje até ele ficou com o coração nas mãos, ele que também é um bocadinho "à toa", e esteve me a contar algumas ocorrências.
Num cruzamento o pai diz para ele arrancar, só que além deste tipo de "bike" ser mais lento no arranque, também o processamento que o Bruno faz da informação é mais lento que o comum. Como tal ao arrancar já tinha uma viatura quase em cima dele, ainda teve de travar.
Outra situação numa passadeira com peões a atravessar ele não parou.
Quando o pai o chama á atenção, que poderia ter atropelado os peões.
Ele responde ainda bem que não atropelei...
A noção da perigosidade das situações é desconforme...