Na minha cabeça "martelam" ideias absurdas, descabidas, ou utópicas?!...
Mas...Há sempre um mas, para esta "idiotice" que me apoquenta...
Há muito que os hospitais psiquiátricos estão "demodé".
E as pessoas com doença mental, passam ao nosso lado naturalmente, o que eu até concordo para termos uma sociedade mais justa todos temos direito à integração plena.
E quando medicados e com uma estrutura familiar adequada e apoiada são cidadãos comuns...
Mas, há o reverso da medalha os que não têm suporte familiar ou pertencem a famílias disfuncionais, ficam entregues a si próprios ou a instituições, que terão o papel provedor.
Será isto real?!... Ou corremos riscos?!...
Eu pessoalmente tenho receio de pessoas não devidamente tratadas e não suficientemente apoiadas!...
Também não acho viável a junção de todas as patologias no mesmo "pacote"!...
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Preocupações acrescidas
Não é visível, para um Síndrome de Asperger, compreender a linguagem corporal, os olhares, o tom de voz, o "ar" alegre ou carrancudo...
Também não percebem quando estamos "enfadados" e insistem no mesmo assunto, vezes sem conta...
Torna-se aos olhos dos outros isto por si só, numa provocação, como é que alguém pode não perceber que o outro está irritado, e repetir em frente ao próprio na maior descontracção, sem noção real das consequências das suas palavras...
Se isto para os ditos "normais", implica uma dose de conhecimento e paciência.
Para alguém com deficiência mental, isto supostamente é um atentado. E há que trava-lo com violência física. Até porque para estes adultos secalhar o que funciona mesmo é a linguagem do corpo, só as palavras soam já a uma ameaça e confronto...
Isto tudo, para chegar ao episódio de hoje, que me deixou preocupada acima da média, não que não esperasse já este tipo de situação, mas queria levar esta minha ideia para outro lado, que não passasse de um devaneio...
Hoje à hora de almoço, enquanto esperavam pela carrinha o Bruno, depois de ontem ter visto o M. e o J.P. a degladiarem-se, hoje lembrou-se de dizer ao M. para "atacar" o J.P.
Ora não falando ele em segredo, o J.P. ouviu e não foi de meias medidas, foi de encontro ao Bruno e apertou-lhe os "garganetes", já estando o Bruno quase sem respirar e aflito, sem se saber defender, ali se ficaria, "qui ça" podendo mesmo o outro esgana-lo, senão fosse o M. em sua defesa. Criando-se depois um luta "acesa" entre os outros dois.
O J.P. é um jovem com problemas mentais, que me parece "descarrilar", algumas vezes, não consegue controlar a sua fúria.
Já, havia antecedentes com ele, e se o Bruno já é cheio de medos, agora ficou com mais.
Pior ainda é que a única forma que encontro para o demover destas provocações ao J.P é causar-lhe ainda mais medo, o que torna a situação terrível, mas que não é infundada, porque já repetidas vezes lhe tinha dito para ignorar completamente o jovem problemático e afastar-se dele.
Hoje ficou bem assustado, julgo que vai cumprir o nosso pacto de ignorância...
Também não percebem quando estamos "enfadados" e insistem no mesmo assunto, vezes sem conta...
Torna-se aos olhos dos outros isto por si só, numa provocação, como é que alguém pode não perceber que o outro está irritado, e repetir em frente ao próprio na maior descontracção, sem noção real das consequências das suas palavras...
Se isto para os ditos "normais", implica uma dose de conhecimento e paciência.
Para alguém com deficiência mental, isto supostamente é um atentado. E há que trava-lo com violência física. Até porque para estes adultos secalhar o que funciona mesmo é a linguagem do corpo, só as palavras soam já a uma ameaça e confronto...
Isto tudo, para chegar ao episódio de hoje, que me deixou preocupada acima da média, não que não esperasse já este tipo de situação, mas queria levar esta minha ideia para outro lado, que não passasse de um devaneio...
Hoje à hora de almoço, enquanto esperavam pela carrinha o Bruno, depois de ontem ter visto o M. e o J.P. a degladiarem-se, hoje lembrou-se de dizer ao M. para "atacar" o J.P.
Ora não falando ele em segredo, o J.P. ouviu e não foi de meias medidas, foi de encontro ao Bruno e apertou-lhe os "garganetes", já estando o Bruno quase sem respirar e aflito, sem se saber defender, ali se ficaria, "qui ça" podendo mesmo o outro esgana-lo, senão fosse o M. em sua defesa. Criando-se depois um luta "acesa" entre os outros dois.
O J.P. é um jovem com problemas mentais, que me parece "descarrilar", algumas vezes, não consegue controlar a sua fúria.
Já, havia antecedentes com ele, e se o Bruno já é cheio de medos, agora ficou com mais.
Pior ainda é que a única forma que encontro para o demover destas provocações ao J.P é causar-lhe ainda mais medo, o que torna a situação terrível, mas que não é infundada, porque já repetidas vezes lhe tinha dito para ignorar completamente o jovem problemático e afastar-se dele.
Hoje ficou bem assustado, julgo que vai cumprir o nosso pacto de ignorância...
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