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terça-feira, 12 de março de 2013
"Dá nas vistas"
O meu rapaz é um grande companheiro, e ajudante nas compras.
Mas dá nas vistas, sinto que está sempre a ser vigiado, pelo seu jeito particular de andar e de estar.
Ou porque fala constantemente com os seus pensamentos, o que acaba por o deixar mais agitado de forma a salientar as suas estereotopias ( estalar os dedos,bater as "asas"...), serão mais os (tiques) a que já estou habituada, mas tento controlar em locais públicos, chamando-o para o pé de mim ou dando-lhe tarefas para o ocupar (ir buscar alguns artigos).
Há dias num supermercado onde nós ,eramos os únicos clientes, notei que o segurança o seguia de corredor em corredor, não sei se por não ter mais ninguém a quem vigiar (únicos clientes naquele período de tempo), restavam mais dois funcionários na área comercial.
Num repente, um daqueles pensamentos "sobe-lhe" à cabeça, e vai com a mesma rapidez, aos frigoríficos, pega numa caixa de hambúrgueres de vaca congelados, no seu jeito de falar alto e bom som.
- Como é que se vê se têm carne de cavalo!? E que polémica é essa!? (diz ele)
-Vê-se através de uma análise à carne, mas isso não nos compete a nós, verificar, têm de ser a inspecção ( filhote).
A mãe não quer hambúrgueres, (só te pedi ervilhas ), sabes que eu não uso desses hambúrgueres, mesmo assim ainda os queria trazer para analisar ( valha-nos Deus)
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
"Olhos, nos olhos"
Os olhares,normalmente são fugazes, mas também podem ser fixos e incomodativos.
Muitos de nós também não gostamos que nos olhem nos olhos é quase como despirem os nossos pensamentos.
Há dias fizemos um pequeno exercicío para tentar algum auto-controle das estereotopias.
Frente a frente em silêncio de olhos nos olhos conta-mos até cem (interiormente), aliás em contei até cinquenta e ele os outros cinquenta.
Pode não parecer, mas ficamos cansados.
Resultou quer na paragem dos estereotipos, quer no olhar.
Havemos de aumentar a numeração...
Muitos de nós também não gostamos que nos olhem nos olhos é quase como despirem os nossos pensamentos.
Há dias fizemos um pequeno exercicío para tentar algum auto-controle das estereotopias.
Frente a frente em silêncio de olhos nos olhos conta-mos até cem (interiormente), aliás em contei até cinquenta e ele os outros cinquenta.
Pode não parecer, mas ficamos cansados.
Resultou quer na paragem dos estereotipos, quer no olhar.
Havemos de aumentar a numeração...
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
"Desligue"!...

Apesar da minha visão romântica...
E até levar esta minha "tarefa" de mãe com algum sentido de humor, mas principalmente com muito amor.
Também tenho o meu lado racional e complicado e há dias em que não consigo mesmo desligar.
Não sei onde fica o interruptor.
E irrito-me desconcentro me grito, também tenho esse direito!...(ou talvez não)
Quando a toda hora, oiço o ruído, o estalar dos dedos os balanceios, que até o corrimão da escada abana.
Tanta agitação motora, tudo junto faz com que eu algumas vezes trepide.
Nem sequer consigo transmitir de alguma forma toda esta sonoridade, que me inquieta e que tem aumentado e acumulado, como hormonas saltitantes...
Todos os dias parece que tenho "obras em casa", tal não são os batuqes e a agitação.
E quando há alguma alteração, então ainda complica mais com os nívies da ansiedade a aumentar.
Como posso desligar?!...
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