Mãe e filho de mãos dadas trilhando os caminhos do autismo/asperger.
Numa partilha intimista e de coração aberto em sonhos e desalentos, numa vida vivida...
Ter um filho asperger não é o fim do mundo, mas o princípio de uma nova vida...
Valorizando os afectos...
Numa partilha intimista e de coração aberto em sonhos e desalentos, numa vida vivida...
Ter um filho asperger não é o fim do mundo, mas o princípio de uma nova vida...
Valorizando os afectos...
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Com orgulho, "Glorioso"...
É um orgulho, fazer parte desta família gloriosa.
Ver uma "chuva de galácticos" de todo mundo, e os nossas estrelas de todos os tempos. Fizeram brilhar a catedral, num jogo animado bem disputado, com muito "fair play"...
Por uma causa, a luta contra a pobreza e este ano o Haiti é o contemplado com estes fundos.
Acho que é o mínimo que poderiam fazer quem tanto lucra com a imagem, usá-la para bem da humanidade é além demais um privilégio...
Parabéns aos participantes, haveria outros que não puderam participar.
Obrigado ao público anónimo, por estar presente também a ajudar....
Os vencedores estarão no Haiti, há espera desta AJUDA.
Nota-Este post já vai atrasado, por inoperância da administradora lool, que não conseguia retirar só um pequeno trecho da gravação...
Mas como sempre ouvi dizer "mais vale tarde que nunca"...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mas...Há sempre um mas...
Na minha cabeça "martelam" ideias absurdas, descabidas, ou utópicas?!...
Mas...Há sempre um mas, para esta "idiotice" que me apoquenta...
Há muito que os hospitais psiquiátricos estão "demodé".
E as pessoas com doença mental, passam ao nosso lado naturalmente, o que eu até concordo para termos uma sociedade mais justa todos temos direito à integração plena.
E quando medicados e com uma estrutura familiar adequada e apoiada são cidadãos comuns...
Mas, há o reverso da medalha os que não têm suporte familiar ou pertencem a famílias disfuncionais, ficam entregues a si próprios ou a instituições, que terão o papel provedor.
Será isto real?!... Ou corremos riscos?!...
Eu pessoalmente tenho receio de pessoas não devidamente tratadas e não suficientemente apoiadas!...
Também não acho viável a junção de todas as patologias no mesmo "pacote"!...
Mas...Há sempre um mas, para esta "idiotice" que me apoquenta...
Há muito que os hospitais psiquiátricos estão "demodé".
E as pessoas com doença mental, passam ao nosso lado naturalmente, o que eu até concordo para termos uma sociedade mais justa todos temos direito à integração plena.
E quando medicados e com uma estrutura familiar adequada e apoiada são cidadãos comuns...
Mas, há o reverso da medalha os que não têm suporte familiar ou pertencem a famílias disfuncionais, ficam entregues a si próprios ou a instituições, que terão o papel provedor.
Será isto real?!... Ou corremos riscos?!...
Eu pessoalmente tenho receio de pessoas não devidamente tratadas e não suficientemente apoiadas!...
Também não acho viável a junção de todas as patologias no mesmo "pacote"!...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Preocupações acrescidas
Não é visível, para um Síndrome de Asperger, compreender a linguagem corporal, os olhares, o tom de voz, o "ar" alegre ou carrancudo...
Também não percebem quando estamos "enfadados" e insistem no mesmo assunto, vezes sem conta...
Torna-se aos olhos dos outros isto por si só, numa provocação, como é que alguém pode não perceber que o outro está irritado, e repetir em frente ao próprio na maior descontracção, sem noção real das consequências das suas palavras...
Se isto para os ditos "normais", implica uma dose de conhecimento e paciência.
Para alguém com deficiência mental, isto supostamente é um atentado. E há que trava-lo com violência física. Até porque para estes adultos secalhar o que funciona mesmo é a linguagem do corpo, só as palavras soam já a uma ameaça e confronto...
Isto tudo, para chegar ao episódio de hoje, que me deixou preocupada acima da média, não que não esperasse já este tipo de situação, mas queria levar esta minha ideia para outro lado, que não passasse de um devaneio...
Hoje à hora de almoço, enquanto esperavam pela carrinha o Bruno, depois de ontem ter visto o M. e o J.P. a degladiarem-se, hoje lembrou-se de dizer ao M. para "atacar" o J.P.
Ora não falando ele em segredo, o J.P. ouviu e não foi de meias medidas, foi de encontro ao Bruno e apertou-lhe os "garganetes", já estando o Bruno quase sem respirar e aflito, sem se saber defender, ali se ficaria, "qui ça" podendo mesmo o outro esgana-lo, senão fosse o M. em sua defesa. Criando-se depois um luta "acesa" entre os outros dois.
O J.P. é um jovem com problemas mentais, que me parece "descarrilar", algumas vezes, não consegue controlar a sua fúria.
Já, havia antecedentes com ele, e se o Bruno já é cheio de medos, agora ficou com mais.
Pior ainda é que a única forma que encontro para o demover destas provocações ao J.P é causar-lhe ainda mais medo, o que torna a situação terrível, mas que não é infundada, porque já repetidas vezes lhe tinha dito para ignorar completamente o jovem problemático e afastar-se dele.
Hoje ficou bem assustado, julgo que vai cumprir o nosso pacto de ignorância...
Também não percebem quando estamos "enfadados" e insistem no mesmo assunto, vezes sem conta...
Torna-se aos olhos dos outros isto por si só, numa provocação, como é que alguém pode não perceber que o outro está irritado, e repetir em frente ao próprio na maior descontracção, sem noção real das consequências das suas palavras...
Se isto para os ditos "normais", implica uma dose de conhecimento e paciência.
Para alguém com deficiência mental, isto supostamente é um atentado. E há que trava-lo com violência física. Até porque para estes adultos secalhar o que funciona mesmo é a linguagem do corpo, só as palavras soam já a uma ameaça e confronto...
Isto tudo, para chegar ao episódio de hoje, que me deixou preocupada acima da média, não que não esperasse já este tipo de situação, mas queria levar esta minha ideia para outro lado, que não passasse de um devaneio...
Hoje à hora de almoço, enquanto esperavam pela carrinha o Bruno, depois de ontem ter visto o M. e o J.P. a degladiarem-se, hoje lembrou-se de dizer ao M. para "atacar" o J.P.
Ora não falando ele em segredo, o J.P. ouviu e não foi de meias medidas, foi de encontro ao Bruno e apertou-lhe os "garganetes", já estando o Bruno quase sem respirar e aflito, sem se saber defender, ali se ficaria, "qui ça" podendo mesmo o outro esgana-lo, senão fosse o M. em sua defesa. Criando-se depois um luta "acesa" entre os outros dois.
O J.P. é um jovem com problemas mentais, que me parece "descarrilar", algumas vezes, não consegue controlar a sua fúria.
Já, havia antecedentes com ele, e se o Bruno já é cheio de medos, agora ficou com mais.
Pior ainda é que a única forma que encontro para o demover destas provocações ao J.P é causar-lhe ainda mais medo, o que torna a situação terrível, mas que não é infundada, porque já repetidas vezes lhe tinha dito para ignorar completamente o jovem problemático e afastar-se dele.
Hoje ficou bem assustado, julgo que vai cumprir o nosso pacto de ignorância...
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Memória +++

É também uma característica dos portadores de Síndrome Asperger, a memória visual e auditiva "intensa", podem ainda ter um bom ouvido musical que é aproveitado pela tal memória auditiva, e no caso do Bruno mesmo não sabendo cantar, apanha com facilidade as músicas e tons mesmo não sabendo as letras.
Dúvidas , quem canta ou como se chama a música, perguntamos ao Bruno, que começa por trautear, e completa depois a resposta, que ás vezes encontra no refrão...
Divertimos nos imenso, com esta musicalidade, e ás vezes até usamos a mesma "arma" que ele. E fazemos perguntas, quando já sabemos as respostas.
Mas a confirmação dele é sempre garantida, e correcta..rsss
Durante a programação Natalícia,
Estavam a transmitir do circo Chen, o circo de natal, como é normal nessa época.
Como era especial, houve intervenções de participantes dos ídolos.
-O pai pergunta, ao Bruno sabes quem está a cantar?!... (pergunta mal formulada)
-Não sei. ( responde ele)
Claro!... não conhece as seis jovens que estavam a cantar.
E o pai, Eh!.. .Eh!... Eh... Apanhei-o xD
-Apanhei uma que o Bruno , não sabe.(que é habitual o Bruno saber todas)
-Nova pergunta, quem canta esta música?!...
- Resposta pronta Gwen Stefani.(e escreveu-me o nome num papelinho)
Sim, porque a mãe não conhecia rsss
- Resposta certa, repetida, talvez para lá de 5 vezes, para que não restassem dúvidas de que sabia loool
Nota-Devo sempre referir que cada caso é um caso, e mesmo quando generalizo, estes comportamentos e todos os que aqui escrevo referem-se ao meu filho Bruno.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
Esta dualidade!...Que há em mim!...

Fica complicado saber como gerir, o que é melhor, e fico sempre nesta duplicidade de sentimentos e resoluções...
Sem saber muito bem como agir, fico numa ambiguidade estranha.
Se por lado eu luto e desejo que o meu filho seja aceite e entendido da forma que ele é, e quero dar-lhe "ferramentas" para se autonomizar.
Por outro, fico dividida. Como é que as pessoas que não o conhecem e não lidam com esta patologia o conseguirão perceber...
Mas vamos exemplificar com uma pequena situação, que poderia ser outra qualquer, mas esta ocorreu esta manhã...
Já tínhamos combinado ir esta manhã fazer as análises, depois de uma semana a ouvir o Bruno a repetir : "- Vai doer, vai doer." - E a mãe a tentar amenizar que não dói nada. rsss
Para nos despacharmos mais rápido, até porque o cérebro da mãe em jejum parece que não funciona, íamos no carro. E combinei com ele : "A mãe deixa-te à porta do laboratório com o receituário, tiras a senha e inscreves-nos, enquanto a mãe procura lugar para o carro."
Entretanto antes de sair de casa, escrevi num papel, prevenindo-me para alguma eventualidade... O seguinte: «Este jovem é portador de Síndrome de Asperger, poderá não se explicar bem ou ficar atrapalhado. A mãe foi só estacionar a viatura. Agradecia que fizessem a nossa inscrição que eu volto já e efectuo o pagamento. Obrigada pela compreensão. Um abraço».
Este pequeno manuscrito ia junto ao receituário. Será que a funcionária iria perceber?!.... Se ele entregasse o papel, talvez sim!... De contrário, talvez não!... Acabei por não utilizar esta opção.
Ele convenceu-me que era muito cedo!... ou porque eu não quis arriscar?!...
Lá deixamos o carro no parque e fomos a pé, com o "depósito" da mãe a acusar fraqueza. rsss
Mas fico muitas vezes nesta ambivalência de deixa ir para ver no que é que dá!... Ou continuo a abafar e a proteger!...
Será que alguém entende?!...Eu, ás vezes, não!...
Será uma questão de razão e coração desencontrados?!...
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Notas, Soltas... (2)

Ontem ,quando íamos para fazer o teste da passagem pela mata, para pudermos comparar os tempos de percurso, deparamos com o portão da mata fechado, o que eu acho bem por questões de segurança.
-O Bruno, olha está fechado!...
-Eu digo :ainda bem, que está fechado...
-Ah!...Pensei que ias dizer que era bem feita(diz ele)
E a mãe ri pois está claro.
Terá percebido que afinal no dia anterior tinha errado?!...
Ainda, ontem numa curta pausa que a irmã deu, fez aqui dois comentários no blog, já ia a caminho da sua "Toquinha", digo-lhe tens de escrever alguma coisa para colocar-mos no blog.
-P'ro mor de Deus, não digas que eu não escrevo nada, ainda agora escrevi dois comentários (diz-me ele)
Pasme-se este " P'ro mor Deus", dito por ele :))))
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
"Ora... "Toma""!....

Ora, ontem, lá veio ele de TOMA, era para ir ter à escola da irmã.
Tínhamos , visto o horário e paragem, no dia em que se molhou.
Mas este meu rapaz lembrou-se de alterar os planos, e vai de apanhar o TOMA, noutro lugar, porquê nesse local tinha duas possibilidades em vez de uma.
Só que eu já lhe havia dito que não gostava que ele fosse para aquela paragem ,porquê têm de atravessar a mata ( e expliquei-lhe as razões).
Mas o teimosinho, foi para aquela. É que quando entra alguma coisa naquela cabeçita é de ideias fixas...
Na hora a que deveria estar a chegar à escola da irmã, ainda estava na paragem, ainda por cima ali que a volta é maior ,iria chegar 30 minutos depois.
Valha-nos o telemóvel, que ele lá ligou para nos avisar.
Mas quando chegou a casa não se livrou do ralhete.
Porque não tinha feito como nós tínhamos combinado.
Lá veio ele com o seu "chorrilho" dos "Se"
-Se chega atrasado.
-Se chega adiantado.
-Se isto, se aquilo!....
E eu contraponho , que nem sempre duas hipóteses, são melhor que uma.
E que a primeira hipótese, que tínhamos colocado era melhor.
-Mais desculpas , é mais longe (diz ele)
- E continua dizendo e ainda tenho de atravessar mais estradas( essa parte, eu também tenho medo, por ele andar sempre de cabeçita no ar).
Ainda assim não desarmei e insisti que a melhor solução teria sido vir pelo estipulado.
Já estava ele aos gritos, a querer fazer valer os seu ponto de vista, repetindo asperamente os seus "Se".
Até o pai o alertou. Então! Bruno!...
Ele nunca foi, nem é agressivo, mas ontem apetecia-lhe falar mais alto, como se assim fosse melhor escutado.( o que até acho esta atitude normal), mas não vinda dele.
Depois lá acalmou e para premiar a mãe até me limpou a loiça. rsss
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Urgentemente
É urgente amar
É urgente um pássaro voar.
É urgente destruir ódio
e a tristeza
É urgente lembrar
numa árvore a Natureza.
É urgente inventar paz
Multiplicar o amor
É urgente descobrir a beleza duma flor.
É urgente aprender a escutar.
É urgente aprender a perdoar.
Cuidar da Natureza é urgente
O mundo precisa de nós
urgentemente.
Autora Cristiana Maria- 6.º.F
Escola C+S Júlio Saúl Dias de Vila do Conde
Nota-Este poema estava em todas cadernetas escolares do 2º.3º. ciclo do Bruno
Passei-o para aqui, para além da sua beleza, transmiti uma mensagem urgente.
Um alerta à humanidade, que esta jovem já alguns anos , nos suplicava que ouvi se mos, os sinais da Natureza.
Achei-o oportuno, e relacionei-o com a catástrofe no Haiti, que é urgente Ajudar.
É urgente um pássaro voar.
É urgente destruir ódio
e a tristeza
É urgente lembrar
numa árvore a Natureza.
É urgente inventar paz
Multiplicar o amor
É urgente descobrir a beleza duma flor.
É urgente aprender a escutar.
É urgente aprender a perdoar.
Cuidar da Natureza é urgente
O mundo precisa de nós
urgentemente.
Autora Cristiana Maria- 6.º.F
Escola C+S Júlio Saúl Dias de Vila do Conde
Nota-Este poema estava em todas cadernetas escolares do 2º.3º. ciclo do Bruno
Passei-o para aqui, para além da sua beleza, transmiti uma mensagem urgente.
Um alerta à humanidade, que esta jovem já alguns anos , nos suplicava que ouvi se mos, os sinais da Natureza.
Achei-o oportuno, e relacionei-o com a catástrofe no Haiti, que é urgente Ajudar.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Oh!... P'ra mim Espantada!...
É normal os Asperger cumprirem as regras rigidamente. Alguns ás vezes fogem ás regras e devo sempre referir que cada caso é um caso. E neste espectro esta máxima aplicasse mais do que em outras patologias é muito variável de pessoa para pessoa.
Ora como eu ontem contei, fomos á médica de família que disse ao Bruno que já estava ali com umas gordurinhas rsss. Nada que a mãe já não lhe tenha referido, várias vezes que há alimentos que engordam e que têm de controlar aquele apetite. Por acaso nem falamos em dieta, mas referimos que há alimentos muito calóricos que tem de ser evitados, tal com os amendoins . Que ele devora qual "macaquinho"ihihih
Hoje ao jantar surpreendeu-me , não quis comer o 2º prato, argumentando que não é para perder gorduras, mas sim para não ganhar mais gordura...
Então ficou-se pela entrada queijo fresco, sopa,e fruta papaia e maça...
Boa, filho. Vamos ver até quando te vais lembrar desta máxima, dos cuidados alimentares?!...
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
" Falsas Acusações"

O sentido de justiça, é também uma característica dos Asperger.
Porque para eles só existe uma verdade. A verdade...
E não acham piada nenhuma, quando são acusados injustamente( claro ninguém gosta).
O Bruno por exemplo e penso que se aplique a muitos outros, nunca percebe se estão a fazer uma acusação ou se estão a brincar ao dizer que foi ele que fez determinada coisa , que ele de facto não fez...
Esta não percepção da linguagem não verbal, pode despoletar uma revolta nele, não percebe se o tom é brincadeira ou a sério.
E esta tarde, alguém partiu um vaso, e o J.P. disse que foi o Bruno, e logicamente ele ficou logo revoltado com acusação, que terá sido outra pessoa ao retirar o chapéu de chuva do vaso que o terá feito cair, por coincidência o Bruno ia a passar naquela altura. E levou logo com as culpas.
Por mais que eu lhe diga, que foi a brincar, para ele não ligar, que até nem sei se foi o caso, para ele é sempre uma acusação e nunca uma brincadeira ou provocação...
Ás vezes tenho, medo da reacção dele a estas provocações injustas...
Porque têm dificuldade, para se defender, a não ser insistir que não foi ele e ficar muito revoltado.
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